Ditados populares..

19 02 2008

Por que eles têm sempre a razão? Acho que o povo é mesmo sábio, ou será que “em terra de cego, quem tem um olho é rei”?

Quem será que escreveu os ditados populares? Há quanto tempo eles existem? E por que sempre existe um adequado para a nossa situação? Será que “quem procura acha”, ou simplesmente “a merda é a mesma, só mudam as moscas”?

“Cada macaco no seu galho”, é assim que funciona a lei da natureza, assim evitam-se discussões, até porque “cada um sabe onde lhe aperta o sapato”. Nós temos que entender que em certas situações de nada adianta “jogar pérolas aos porcos” porque “quem muito fala pouco acerta”.

Minha mãe sempre dizia que “com coisa séria não se brinca”, mas eu sempre retruquei dizendo que “cão que ladra não morde!” e naquele dia eu insisti dizendo que “quem não deve não teme” e “quem não arrisca não petisca”. Mas, como ela sempre foi desconfiada já logo me alertou que “onde há fumaça há fogo”, você já não aprendeu que “nem tudo que reluz é ouro”? E eu mais uma vez disse que “o que os olhos não vêem o coração não sente” e eu não podia “deixar para amanhã o que se pode fazer hoje”!

E como “macaco velho não põe a mão em cumbuca”, mais uma vez para ela disse para não “colocar o carro na frente dos bois”, e que eu não seja “nem oito nem oitenta”, afinal “o pior cego é aquele que não quer ver”. Mas eu sempre acreditei que a “pedra que rola não cria limo” e resolvi sair atrás da vida. Além de sempre saber que “o futuro a Deus pertence” e que às vezes é necessário alguns apertos para aprender, pois “o que arde cura”.

E então fui atrás de meus objetivos. E verdade seja dita “contra fatos não há argumentos” quando eu cheguei e vi o meu amigo “cutucando a onça com vara curta” fiquei transtornada, porque ele acabou “caindo do cavalo”. Mas, “cada um come do que faz”, “cada um come do que gosta” e “cada um a seu modo”. E não foi por falta de aviso, eu seeeempre dizia que “para morrer basta estar vivo”. E vocês sabem que “quem avisa amigo é”. Infelizmente ele não me ouviu, e como “passarinho que anda com morcego acaba dormindo de ponta cabeça”, o final dele não foi muito diferente. Naquele momento eu fiquei em silêncio pensando nos conselhos de minha mãe (“quem cala consente”).

Quando voltei para casa, minha mãe estava a minha espera com uma caneca de café com leite dizendo “o bom filho a casa torna” e me empurrando um monte de guloseimas porque “saco vazio não para em pé”. Quando eu contei tudo que havia acontecido em minha viagem, ela calmamente me abraçou e disse que “não há mal que o tempo não cure”. Naquele momento, já estava me sentindo mais serena. E como se numa grande reviravolta minha mãe começou a cantar e cantar. Eu logo pensei em acompanhá-la “cantando e espantando os meus males”.

Já era de manhã e “Deus ajuda quem cedo madruga”, já era hora de levantar! Precisávamos trabalhar, mesmo que “dinheiro não trouxesse a felicidade”, mas era “de grão em grão que a galinha enchia o papo”. Era importante sempre seguir “devagar e sempre”, mesmo que às vezes você tivesse vontade de desistir, mas não se esqueça que “Deus escreve certo por linhas tortas”.

Hoje eu convivo com as lembranças do passado, mas “vão-se os anéis e ficam-se os dedos”. Muito eu aprendi e tento repassar para as pessoas próximas, afinal “gato escaldado tem medo de água fria”, e por isso é sempre bom lembrar que “boca calada vale ouro”, assim você pode evitar que acabe escaldado. Vale alertar também que “o peixe morre é pela boca”.

E eu tenho certeza de que caso esse texto seja lido e repassado, ele certamente irá se alterar, afinal “quem conta um conto aumenta um ponto”.


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2 respostas para “Ditados populares..”

19 02 2008
Daniel Teixe (15:56:58) :

Tu gosta de ditos populares né? Bom, então aí vão dois de minha autoria:

“O amor transforma estrume em perfume”
“Antes uma gota que uma pedra”

:D

19 02 2008
gallois (20:58:01) :

muito bom, so senti falta do “camarao que dorme, a onda leva”
esse eh demais

mas ta maneiro mesmo
beijo sistaaaa

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