O Yôga – Parte 5

20 10 2009

O  Yôga é terapia?

Não. Afirmar que o Yôga é terapia é o mesmo que declarar que natação ou tênis são terapias. Algumas pessoas podem praticar tênis como “uma verdadeira terapia” ou natação para asma, mas isso não pode desvirtuar a verdadeira natureza do tênis ou da natação, que é a de esporte. Da mesma forma há quem explore a yôgaterapia, que não é Yôga e sim um sistema medicinal inspirado no Yôga. Esse fato não deve desfigurar a identidade do Yôga, que é sabidamente uma filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias classificam o Yôga como filosofia. Para uma pessoa saudável, o Yôga aprimora sua saúde de tal forma que constitui uma excepcional profilaxia, eliminando enfermidades futuras, antes mesmo que se manifestem. Para um praticante que passe por um problema de saúde temporário, o Yôga tem a propriedade de reduzir verticalmente a intensidade do mal passageiro e restituir a saúde do yôgin muito rapidamente. No entanto, não se deve procurar o Yôga só quando se está precisando.

(texto extraído do site www.unj-yoga.org.br)

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O Yôga – Parte 4

11 05 2009

Quanto tempo depois de uma refeição deve-se praticar o SwáSthya?

O ideal é que o estômago, bexiga e intestinos estejam bem vazios. Não sendo possível, procure praticar o mais longe que puder da sua última refeição, no mínimo 3 ou 4 horas. E procure fazer com que essa refeição que antecede a prática seja bem leve: pouca quantidade e boa qualidade.
Fazer um dia de jejum por semana é revitalizante, rejuvenescedor, purificador, ajuda a manter a boa forma, beneficia a pressão, reduz a dilatação estomacal, faz bem para o fígado, dá um descanso ao organismo, melhora a lucidez, aperfeiçoa o senso de disciplina e contribui para evitar algumas enfermidades. Bem que você poderia escolher o dia da sua prática de SwáSthya para dar esse descanso aos seus órgãos internos.

texto extraído do www.uni-yoga.org.br

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O Yôga – parte 3

6 04 2009

O que é o Swásthya?

SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo.

O SwáSthya alcançou grande notabilidade, pois representa o reconhecimento de uma estirpe muito mais ancestral do que o Yôga Clássico. O SwáSthya é a sistematização da linhagem Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, pré-clássica, pré-ariana, pré-vêdica, proto-histórica: a mais antiga, portanto, extremamente autêntica.

O fato é que jamais alguém se deteve a estudar o Yôga primitivo do povo drávida, que floresceu em Mohenjo Daro, no Vale do Indo, a noroeste da Índia. Os atuais hindus são descendentes dos arianos que chegaram milhares de anos depois e subjugaram os drávidas. A partir de então, tudo o que se referia à cultura dravidiana foi condenado à exclusão e ao esquecimento. O Yôga sobreviveu graças à sua arianização, o que equivale a dizer, graças à sua deturpação. Mediante a inversão diametral dos valores comportamentais antes vigentes no Vale do Indo, ele se adaptou deixando de ser tântrico para ajustar-se à nova ordem brahmáchárya e, assim, tornou-se aceito pelos áryas vitoriosos na grande guerra de ocupação.

Por isso, quando apresentamos a primeira sistematização mundial do SwáSthya ocorreu algo como uma revolução na história do Yôga. O mais interessante é que todos os fatos sobre os quais trabalhei eram dados conhecidos e publicados há tempos em obras conceituadas sobre História, Arqueologia, Antropologia, Yôga, Sámkhya etc. Se houve algum mérito ele foi apenas o fato de combinar essas informações de tal forma que ninguém pudesse negar suas conclusões.

Os que tentam contestá-las fazem-no mediante um discurso tão visivelmente emocionalizado e sem apresentar nenhuma documentação legítima, que perdem a credibilidade.

Sobre isso, não admita questionamentos gratuitos, nem blefes. Exija que o eventual contestador apresente provas, ou seja, um livro contendo os elementos fundamentais da nossa estrutura, conforme estudaremos na próxima questão, e com data de publicação anterior à do nosso Prontuário de SwáSthya Yôga.

O livro mais antigo que encontramos sobre um Yôga possivelmente aparentado com o nosso chama-se SwáSthya aur Yôgásana e foi publicado na Índia na década de 80, portanto, muitos anos depois do Prontuário de SwáSthya Yôga ter tido várias edições no Brasil (desde a década de 1960) e na Europa, anos depois dessa obra ter sido introduzida nos mosteiros e bibliotecas públicas da Índia.

(texto extraído do site www.uni-yoga.org.br)

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O Yôga – parte 2

3 04 2009

O Yôga e “a yóga” são coisas diferentes?

Sim, totalmente diferentes. São confundidas pelo leigo devido às semelhanças de escrita e pronúncia, como ocorre com Aikidô e Hapkidô, História e estória, balonista e baloeiro, canapé e canapê, esotérico e exotérico.
Há diferenças marcantes quanto à época de surgimento, país de origem, proposta, metodologia e ao tipo de público.
O Yôga (escrito sempre com acento circunflexo, com Y, pronunciado com ô fechado e no gênero masculino) é uma técnica dinâmica e lindíssima que surgiu na Índia há mais de 5000 anos.”A yóga” surgiu no Rio de |Janeiro, na década de 60 (está documentada no livro Hatha Yóga, a ciência da saúde perfeita, Caio Miranda, 1962, Editora Freitas Bastos, Rio de Janeiro).

(texto extraído do site www.uni-yoga.org.br)

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O Yôga

2 04 2009

Bom….

Vamos começar hoje com a série de posts sobre a prática do yôga…

O que é o YÔGA?

Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.

Esta é a definição que propus em vários congressos internacionais e que, afortunadamente, tornou-se uma das mais aceitas por todos os tipos de Yôga, os quais consideraram-na a única que abarca as propostas de todos.

Samádhi é o estado de hiperconsciência que só pode ser desenvolvido pelo Yôga. Samádhi está muito além da meditação. Para conquistar esse nível de megalucidez, é necessário operar uma série de metamorfoses na estrutura biológica do praticante. Isso requer tempo e saúde. Então, o próprio Yôga, em suas etapas preliminares, providencia um acréscimo de saúde para que o indivíduo suporte o empuxo evolutivo que ocorrerá durante a jornada; e provê também o tempo necessário, ampliando a expectativa de vida, a fim de que o yôgin consiga, em vida, atingir sua meta.

Os efeitos sobre os órgãos internos, sistema nervoso e endócrino, flexibilidade, fortalecimento, aumento de vitalidade e administração do stress fazem-se sentir muito rapidamente. Mas para despertar a energia chamada kundaliní, desenvolver as paranormalidades e atingir o samádhi, precisa-se do investimento de muitos anos com dedicação intensiva.

Por isso, a maioria dos praticantes não se interessa pela meta da coisa em si (kundaliní e samádhi). Em vez disso, satisfaz-se com os fortes e rápidos efeitos sobre o organismo e a saúde.

O Yôga ensina, por exemplo, como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se, como trabalhar músculos, articulações, nervos, glândulas endócrinas, órgãos internos, etc. através de técnicas corporais belíssimas, fortes, porém que respeitam o ritmo biológico do praticante. A prática completa do SwáSthya Yôga compreende oito tipos de técnicas (mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá, samyama) que vão atuar em oito áreas distintas, promovendo um aperfeiçoamento multilateral.

(texto extraído do site www.uni-yoga.org.br)

 

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